
terça-feira, 27 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Renascer 16
Ae galera!!! Depois de muito tempo, volto a postar no blog! Dessa vez, um video que gravei durante a gravação do 16° CD e DVD do Renascer Praise.... To só aguardando esse grupo abençoado lançar o CD...... Abraços Pessoas!!!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Barretos - Diante do Trono 13
Ae Pessoal!! Pra quem ainda não sabe, a gravação do Diante do Trono 13 acontecerá na cidade de Barretos, interior de São Paulo. Dessa vez é serio, rs, não to brincando nao! Podem conferir nos videos do 11º Congresso do DT, onde a Ana anuncia.
É isso ae!!! É só pegar a Bíblia e o chapéu e vamos Louvar!! Seguuuuura Valadãoooo!!;;; rsrs
(Ahh, fiz a arte pra ilustrar o post...hehe)
sexta-feira, 12 de março de 2010
Diante do Trono 13
hehehe...............brincadeira!!!! Isso não é verdade! Bom, eu queria que fosse néh.... Essas artes eu que fiz, e o DT13 nao vai ser em Curitiba. Bom, quem sabe....rs
Abração Galera!!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Titanic na Folha de São Paulo
A cena, no filme "Titanic", dos cavalheiros tocando violino calmamente enquanto o navio afundava, agora foi explicada pelos cientistas. Eles ficaram intrigados comparando a embarcação, que naufragou em 1912, a outra parecida, o Lusitania, que afundou em 1915. Se no Titanic a ordem social e a civilidade foram, em geral, mantidas, com mulheres e crianças tendo sobrevivido, no Lusitania os homens jovens não hesitaram em usar a força para se salvar. Por que a diferença entre os navios? A resposta se relaciona com a demora do Titanic em afundar, diz Benno Torgler, economista da Universidade de Tecnologia de Queensland (Austrália).

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Ele se interessou pelo assunto quando percebeu que as duas embarcações eram muito semelhantes, com tamanhos parecidos e passageiros de várias classes sociais. Analisou uma grande quantidade de dados disponíveis sobre as tragédias para chegar à sua conclusão. O Lusitania, cujo torpedeamento por um submarino alemão acabou levando os Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial, afundou em 18 minutos. Para Torgler, aconteceu uma explosão de adrenalina no cérebro dos passageiros, criando desespero e fazendo com que as regras sociais fossem jogadas no lixo, substituídas por um espírito de "cada um por si". "Quando não há tempo disponível, os instintos naturais de sobrevivência dominam", diz. Mas "a adrenalina se degrada rapidamente, a resposta é limitada a alguns minutos", escrevem os economistas. Como o Titanic, que se chocou com um iceberg, levou quase três horas para afundar, existiu tempo suficiente para que os comportamentos voltassem aos padrões sociais. Os passageiros da classe econômica, especialmente os homens, ficaram de fora dos botes salva-vidas, em geral. Outros fatores No trabalho publicado na revista científica "PNAS", os autores lembram, entretanto, que outros fatores podem ter ajudado a fazer dois episódios parecidos terem resultados tão diferentes. Talvez a sombra da Primeira Guerra tenha feito com que os passageiros do Lusitania acreditassem que não tinham muito a perder sendo egoístas, por exemplo. Os economistas dizem também que quem estava no Lusitania provavelmente sabia o que tinha acontecido três anos antes no Titanic. Podem ter aprendido a lição: ninguém vai aparecer para o resgate. Vida real Torgler é um entusiasta da utilização de episódios históricos no estudo do comportamento. "Estou entusiasmado explorando como pessoas agem em situações de vida ou morte, porque é nelas em que se revelam as reais atitudes. É diferente de fazer uma pesquisa perguntando para as pessoas o que elas fariam", explica ele. O economista pretende mostrar como a impulsividade faz diferença nas escolhas das pessoas, que não são como "os modelos econômicos tradicionais previam". Elas nem sempre tomam a decisão mais racional. Ele quer prosseguir com esses estudos, agora analisando os dados de 11 de setembro. Além disso, pretende saber se a noção prévia de que o risco existe muda o comportamento. Quer explorar como agem montanhistas no Himalaia, que sabem que tudo pode dar errado. "É diferente de desastres em navios, em que os passageiros, desprevenidos, não estão preparados para reagir", diz.